A Bacio di Latte é uma sorveteria que sempre ouvi falar muito bem. Toda vez que tentava ir na unidade da Oscar Freire, ela estava cheia demais. Até que abriu uma filial em Moema e, dia desses, finalmente experimentei o famoso gelato.
De ambiente clean e decoração charmosa, o lugar superou ainda mais a minha expectativa que já era alta. Desde o espaço agradável, passando pelo bom atendimento, até a excelente qualidade da matéria-prima, a Bacio é realmente incrível e justifica as longas filas formadas aos finais de semana.
Perto de muitos sorvetes por aí, o preço é bem razoável. O pote pequeno é R$8 e o médio é R$10. Em ambos, pode-se escolher 3 sabores diferentes. Eu escolhi Chocolate Belga, Doce de Leite e Cremito (leite, creme de leite e nutella).
A cremosidade da massa e o sabor natural são excepcionais. São densos, mas sem serem muito doces (coisa que eu odeio em sorvetes e qualquer outra sobremesa). O meu preferido foi o de doce de leite pois é diferente de todos que já provei, uma vez que é suave e saboroso na medida certa. O de limão siciliano que o Hilton degustou, também é excelente e assemelha-se com um sorbet.
Os lugares que se preocupam com os pequenos detalhes, me conquistam na hora. E no momento que eu pedi um café espresso, o local surpreendeu e cativou definitivamente. O café (R$4) vem acompanhado do cremoso e apetitoso gelato Bacio di Latte (parece chantilly). A combinação não poderia ser melhor e mais autêntica ao estabelecimento.
Ah e ainda troxemos os gelatos para casa: 1/2 kilo por 30 reais e pode escolher até 3 sabores. Escolhemos Chocolate Neríssimo (um chocolate bem escuro que eu amei), Bacio di Latte e Pistache (bom demais também e olha que nem gosto tanto deste sabor). A embalagem é super fofa, eficiente (nosso roteiro Moema - SBC foi arriscado e deu tudo certo, rs) e eles oferecem as deliciosas casquinhas de amêndoas.
Por fim, basta dizer que sorveteria é deleite puro para os dias de calor insessantes que anda fazendo em São Paulo, né?!? Essa então que é especial e top de linha, é uma maravilha de viver!
Endereço: Rua Rouxinol, 576, Moema - São Paulo/SP
Site: http://www.baciodilatte.com.br/
Média de preço: R$20/pessoa
Data da visita: 26/10/12
22 de novembro de 2012
13 de novembro de 2012
Hamburguer do Seu Oswaldo
Impossível não se encantar com os lanches e se surpreender positivamente com os preços acessíveis. É, sem dúvida, a melhor lanchonete custo-benefício de São Paulo. Apesar dos preços terem aumentado consideravelmente nos últimos tempos, ainda continua valendo a pena, a visita e o orçamento.
Conheço há bastante tempo (inclusive já foi tema de um post aqui), porém o espaço aumentou e resolvi dedicar mais uma postagem em sua homenagem. O ambiente ganhou algumas mesas, facilitando a não formação de grandes filas na porta, episódio comum no local. Entretanto, continua pequeno, agradável e não perdeu sua identidade simplista. O atendimento também continua o mesmo: rápido e eficiente.
A característica fundamental dos hamburgueres é o fato de eles serem fininhos e, consequentemente, leves. Complementando a sintonia, a maionese caseira e o molho de tomates frescos contribuem para os lanches tornarem-se inesquecíveis em seu paladar. Enfim, é improvável que você vá até lá e se contente apenas com um lanche.
O meu sabor preferido é o Cheese Salada. Como não poderia ser diferente, pedi ele na última visita e estava delicioso como de costume (R$9,80).
Para beber, suco de máquina e as garrafas de vidro "anos 80" de Guaraná Antártica. Pode parecer história de trintona, mas o refrigerante fica com outro sabor e eu só tomo quando for assim.
Depois pedimos um Cheese Egg (R$10,90) e um CheeseBurger (R$8,60). Ambos bons, porém o Cheese Salada é ainda melhor.
A Hamburgueria do seu Oswaldo existe há muitos anos e já faz parte de roteiro turístico do bairro de Ipiranga. Na minha opinião, é mais um daqueles lugares obrigatórios para se conhecer na cidade de São Paulo. Pra quem gosta de comer como eu, é um clássico imperdível!
Endereço: Rua Bom Pastor, 1659, Ipiranga - São Paulo/SP
Site: http://www.facebook.com/?ref=tn_tnmn#!/SeuOswaldo
Média de preço: R$20/pessoa
Data da visita: 26/10/12
6 de novembro de 2012
Liberdade: comida chinesa no Wan Wan e doces no Espaço Kazu
Wan Wan
O Wan Wan é mais um daqueles restaurantes de combinação tentadora na Liberdade: comida boa e farta + preço baixo, muito baixo. E mais um que fomos apresentados pelos parceiros queridos e especialistas do Tabeteimasu. Vou tentar dar a minha versão amadora e sincera aqui no blog.
Vamos começar pelo atendimento que, para a minha surpresa, foi simpático. Só a comunicação é realmente difícil, já que a maioria das atendentes não falam português. Em tempo, lá só se ouve chinês e eu e o Hilton erámos os únicos ocidentais no restaurante. Fato esse que está se tornando comum para nós no bairro e gostamos, pois estamos conhecendo uma culinária diferenciada e surpreendente.
Começamos pelo chá gelado (esse da foto ao lado) que era bom e bastante doce. Depois pedimos o Dim Sum, as porções chinesas que costumam acompanhar o chá na China. Eles estão descritos em chinês no final do cardápio, portanto recomendo que baseie-se nos blogs na hora de seu pedido.
Gostei muito do Chiu-chao Fan Guo, assemelha-se com uma "panqueca" e é recheado de porco defumado. O sabor agridoce do porco e a massa deliciosa me conquistaram.
Vamos começar pelo atendimento que, para a minha surpresa, foi simpático. Só a comunicação é realmente difícil, já que a maioria das atendentes não falam português. Em tempo, lá só se ouve chinês e eu e o Hilton erámos os únicos ocidentais no restaurante. Fato esse que está se tornando comum para nós no bairro e gostamos, pois estamos conhecendo uma culinária diferenciada e surpreendente.
Começamos pelo chá gelado (esse da foto ao lado) que era bom e bastante doce. Depois pedimos o Dim Sum, as porções chinesas que costumam acompanhar o chá na China. Eles estão descritos em chinês no final do cardápio, portanto recomendo que baseie-se nos blogs na hora de seu pedido.
Gostei muito do Chiu-chao Fan Guo, assemelha-se com uma "panqueca" e é recheado de porco defumado. O sabor agridoce do porco e a massa deliciosa me conquistaram.
A Denise pediu os Mariscos com Gengibre e Cebolinha e eles estavam saborosos. Até eu que não sou tão fã de mariscos, curti.
Experimentamos também o Ha gaau, um gostoso recheado de camarão. E o Shiao mai cozido no vapor com carne de porco e shitake. O sabor desse é mais pronunciado e não me agradou tanto.
Outro prato degustado foi o Frutos do Mar com Shimeji. Parece um "família feliz" e apresentava-se saboroso, embora tenha agradado mais o paladar do Hilton do que o meu.
Finalizando, optamos pelo Macarrão com Porco Defumado. A moça havia esquecido de fazer o nosso pedido, teve coragem de assumir e logo o macarrão chegou: lindo e apetitoso.
No cardápio, havia enguia e eu fiquei com muita vontade de experimentar. Infelizmente, eles não tinham disponível no dia. Fiquei frustada, mas prometo aqui que ainda irei degustar uma.
Concluindo, o Wan Wan é uma excelente opção custo-benefício. Com toda essa comilança, gastamos R$23/pessoa. Não preciso dizer mais nada, né?!? ;)
Endereço: Rua Galvão Bueno, 555, Liberdade - São Paulo/SP
Site: não possui
Média de preço: R$20/pessoa
Data da visita: 12/10/12
Espaço Kazu
Em busca da sobremesa (o Wan Wan não oferece), fomos até o Espaço Kazu. De ambiente bonito e mais requintado, o atendimento foi ainda mais atencioso. E os lindos doces na vitrine nos deixaram com muitas dúvidas no momento da escolha. Acabei optando pelo Choux Cream de Chocolate. A massa é aquela da Carolina e o recheio é leve e delicioso, ou seja, recomendadíssimo.
O doce do Hilton era um pouco mais diferente e não sei se todos iriam gostar. Nós (que gostamos do exótico) adoramos a Gelatina de Amêndoa com Frutas e Calda de limão.
Entretanto, o mais deleitável foi o que trouxemos pra casa: o Choux Cream de Amêndoas. Não deu tempo de tirar a foto de tão bom. Tem muuuuuuito recheio e eu simplesmente amei! :)
Endereço: Rua Thomaz Gonzaga, 84/90, Liberdade - São Paulo/SP
Média de preço: R$15/pessoa
Data da visita: 12/10/12
25 de outubro de 2012
Mocotó Restaurante e Cachaçaria
Senhoras & Senhores, Mocotó no blog! Claro que todos já ouviram falar desse restaurante e, evidentemente, ele já foi tema de um post meu (veja aqui). Mas não sei como esse lugar consegue melhorar a cada nova visita, portanto merece mais uma menção neste meu humilde espaço gastrônomico.
Dia 16 de outubro, uma terça-feira "branca" (ou um dia útil, se preferir). Isso mesmo: vá em um dia de branco, pois o Mocotó é disputadíssimo aos finais de semana. Como? Não sei. Dê o seu jeito e não se arrependerá. Ou tenha paciência em um sábado ou domingo.
Todo mundo sabe que a localização é desfavorável (zona norte, bem norte de São Paulo), por isso não visito tanto como eu gostaria (pensando bem, é melhor assim... senão estaria ainda mais gorda, rs). A última vez que estive lá foi em 2010 e, desde então, o ambiente mudou bastante: está mais amplo, organizado e agradável. Ficou um pouco mais "chique", sem perder a identidade. Há quadros com todos prêmios e reportagens nas paredes e a pitoresca e envolvente música nordestina de fundo dá o toque de graça ao local.
Sentamos em uma mesa ao lado do bar e fomos bem atendidos, como é usual. Os garçons são muitos e sempre solícitos, explicam tudo calmamente e era possível ver o famoso chef Rodrigo Oliveira passando pra lá e pra cá. Além disso, o funkeiro Mister Catra almoçava neste dia também. E eu o confundi com o MC Claudinho. Dá pra perceber que entendo mais de comer do que de funk, né?!? Então, vamos ao que interessa...
Iniciemos pelos bebes. Pedimos uma dose de cachaça para degustarmos. Trata-se de uma cachaça premium chamada Weber Hauss: envelhecida em barris de madeiras nobres como Cabriúva e Carvalho e graduação alcoólica 38% vol. Muito boa, não é daquelas cachaças que "rasgam" a garganta. A cervejinha escolhida foi a Colorado Indica, feita com rapadura: forte, encorpada e saborosa.
Eu pedi a Caipirinha Três Limões. Composta pelos limões cravo, taiti e siciliano, a caipirinha ainda levava cravos e açúcar de baunilha. Difícil explicar o sabor surpreendente desta junção, resumidamente: maravilhosa.
Outro drink degustado foi o Maria Bonita (cachaça com cambuci, gim e limão). Achei o nome tão bonito, só faltou o conteúdo estar um pouquinho mais gelado. Estava gostoso e a borda encrustada com sal e pimenta acentuou o sabor da bebida.
De entrada, petiscamos as porções Dadinhos de Tapioca (Cubinhos de tapioca com queijo-de-coalho dourados e servidos com molho de pimenta agridoce) e Queijo de Coalho com Melado (Porção de queijo dourado na manteiga-de-garrafa, acompanhada de melado de cana). Tudo deliciosamente saboroso, especialmente os dadinhos, um dos meus quitutes favoritos (ainda no caminho, já salivava pensando em comê-ló).
Nos pratos principais, o nosso rega-bofe contou com o legítimo Baião de Dois (o arroz com feijão nordestino que leva queijo-de-coalho, lingüiça, bacon e carne-seca em sua composição). Acompanhava também um Purê de Inhame que estava divino. Outro prato foi a Carne de Sol Assada que é preparada artesanalmente (conforme o graçom nos explicou) e servida com manteiga-de-garrafa, alho assado, pimenta biquinho e chips de mandioca.
Para experimentar uma das novidades do cardápio, escolhemos o Pirarucu Assado com Crosta de Castanha e servida com Vinagrete de Feijão Fradinho e Mandioca Cozida. O tenro peixe saboroso harmonizando com esse vinagrete de feijão e a mandioca molinha era de se comer rezando, ou melhor, agradecendo ao Lampião, Maria Bonita, enfim a todos os deuses do Sertão.
Dia 16 de outubro, uma terça-feira "branca" (ou um dia útil, se preferir). Isso mesmo: vá em um dia de branco, pois o Mocotó é disputadíssimo aos finais de semana. Como? Não sei. Dê o seu jeito e não se arrependerá. Ou tenha paciência em um sábado ou domingo.
Todo mundo sabe que a localização é desfavorável (zona norte, bem norte de São Paulo), por isso não visito tanto como eu gostaria (pensando bem, é melhor assim... senão estaria ainda mais gorda, rs). A última vez que estive lá foi em 2010 e, desde então, o ambiente mudou bastante: está mais amplo, organizado e agradável. Ficou um pouco mais "chique", sem perder a identidade. Há quadros com todos prêmios e reportagens nas paredes e a pitoresca e envolvente música nordestina de fundo dá o toque de graça ao local.
Sentamos em uma mesa ao lado do bar e fomos bem atendidos, como é usual. Os garçons são muitos e sempre solícitos, explicam tudo calmamente e era possível ver o famoso chef Rodrigo Oliveira passando pra lá e pra cá. Além disso, o funkeiro Mister Catra almoçava neste dia também. E eu o confundi com o MC Claudinho. Dá pra perceber que entendo mais de comer do que de funk, né?!? Então, vamos ao que interessa...
Iniciemos pelos bebes. Pedimos uma dose de cachaça para degustarmos. Trata-se de uma cachaça premium chamada Weber Hauss: envelhecida em barris de madeiras nobres como Cabriúva e Carvalho e graduação alcoólica 38% vol. Muito boa, não é daquelas cachaças que "rasgam" a garganta. A cervejinha escolhida foi a Colorado Indica, feita com rapadura: forte, encorpada e saborosa.
Eu pedi a Caipirinha Três Limões. Composta pelos limões cravo, taiti e siciliano, a caipirinha ainda levava cravos e açúcar de baunilha. Difícil explicar o sabor surpreendente desta junção, resumidamente: maravilhosa.
Outro drink degustado foi o Maria Bonita (cachaça com cambuci, gim e limão). Achei o nome tão bonito, só faltou o conteúdo estar um pouquinho mais gelado. Estava gostoso e a borda encrustada com sal e pimenta acentuou o sabor da bebida.
De entrada, petiscamos as porções Dadinhos de Tapioca (Cubinhos de tapioca com queijo-de-coalho dourados e servidos com molho de pimenta agridoce) e Queijo de Coalho com Melado (Porção de queijo dourado na manteiga-de-garrafa, acompanhada de melado de cana). Tudo deliciosamente saboroso, especialmente os dadinhos, um dos meus quitutes favoritos (ainda no caminho, já salivava pensando em comê-ló).
Nos pratos principais, o nosso rega-bofe contou com o legítimo Baião de Dois (o arroz com feijão nordestino que leva queijo-de-coalho, lingüiça, bacon e carne-seca em sua composição). Acompanhava também um Purê de Inhame que estava divino. Outro prato foi a Carne de Sol Assada que é preparada artesanalmente (conforme o graçom nos explicou) e servida com manteiga-de-garrafa, alho assado, pimenta biquinho e chips de mandioca.
Para experimentar uma das novidades do cardápio, escolhemos o Pirarucu Assado com Crosta de Castanha e servida com Vinagrete de Feijão Fradinho e Mandioca Cozida. O tenro peixe saboroso harmonizando com esse vinagrete de feijão e a mandioca molinha era de se comer rezando, ou melhor, agradecendo ao Lampião, Maria Bonita, enfim a todos os deuses do Sertão.
Entre uma garfada e outra, já sonhava com a sobremesa. As opções são excelentes e eu optei pelo primoso Creme Bruleé de Doce de Leite com Umburana. O Hilton escolheu o igualmente delicioso Bolo de Chocolate com Cupuaçu e Castanha-do-Pará.
Ainda fechamos o banquete com um bom café espresso. Com o "bucho" cheio e felizes da vida com a tarde deleitosa, pedimos a conta...
Como podem ver, a conta ficou cara (estávamos em 4 pessoas e saiu aproximadamente R$86/pessoa). Sim, foi-se o tempo que o Mocotó era a combinação perfeita do Bom&Barato. Mas dá para economizar nos pedidos e enxugar bastante essa conta. É que nós não nos controlamos mesmo e enfiamos o pé na melância, não foi nem na jaca. E acreditem ou não: saímos sem nenhum centavo de arrependimento. A empolgação era tanta que até pedi uma foto com o renomado chef (depois dos drinks, claro...rs), do qual sou realmente fã.
Enfim, isso é o Mocotó: um restaurante onde você se sente confortável, come muito bem, farta-se de alegria e vai embora pensando no dia em que irá voltar!
Endereço: Avenida Nossa Senhora do Loureto, 1100, Vila Medeiros - São Paulo/SP
Média de preço: R$85/pessoa
Data da visita: 16/10/12
10 de outubro de 2012
Palácio Tai Chi
Como faz tempo que não dou uma dica nova do ABC, cá estou para falar do chinês Palácio Tai Chi, localizado na cidade de Santo André.
Gostei muito do ambiente. O restaurante é simples, mas bem decorado e agradável. Sentamos ao lado desse lindo jardim recheado de carpas e fiquei tão encantada que tirei várias fotos.
O clima é bastante familiar e seria perfeito se não fosse pelo atendimento ríspido e desrespeitoso. Todos garçons estavam de mau-humor e um deles foi extremamente grosso com o meu pai por várias vezes. Até escutamos esse mesmo garçom falando em alto e bom som: "- Graças a Deus, logo estarei de férias. Não vejo a hora de me livrar disso".
Entendo e concordo que férias é a oitava maravilha do mundo, porém considero que a conduta foi inoportuna e inadequada. É incrível como o comportamento de pessoas irresponsáveis pode destruir com um lugar que poderia ser excelente. Já que a comida é boa.
Tirando esse aborrecimento, a culinária chinesa é executada da forma correta. O cardápio apresenta boas opções e o preço é razoável. O local é parecido com o Kirin de São Bernardo, entretanto os pratos são mais saborosos.
Pedimos o famoso prato Família Feliz e ele estava maravilhoso. E olha que não sou fã do prato, mas esse eu amei e comi um monte. O Arroz-Risoto também é bom.
O Porco Agridoce não era tão bom, faltou abacaxi e o porco estava sem gosto.
De sobremesa, optamos pela Porção Mista de Abacaxi e Banana Caramelizada. O abacaxi apresentava-se azedo e a banana é gostosa.
Na média, a visita foi boa. Abstraindo os problemas no atendimento, o almoço valerá muito a pena pois a cozinha, no geral, é bem feita e surpreendente para a região.
Endereço: Rua Artur Queirós, 112, Bairro Casa Branca - Santo André/SP
Site: não possui
Média de preço: R$50/pessoa
Data da visita: 30/09/12
Gostei muito do ambiente. O restaurante é simples, mas bem decorado e agradável. Sentamos ao lado desse lindo jardim recheado de carpas e fiquei tão encantada que tirei várias fotos.
O clima é bastante familiar e seria perfeito se não fosse pelo atendimento ríspido e desrespeitoso. Todos garçons estavam de mau-humor e um deles foi extremamente grosso com o meu pai por várias vezes. Até escutamos esse mesmo garçom falando em alto e bom som: "- Graças a Deus, logo estarei de férias. Não vejo a hora de me livrar disso".
Entendo e concordo que férias é a oitava maravilha do mundo, porém considero que a conduta foi inoportuna e inadequada. É incrível como o comportamento de pessoas irresponsáveis pode destruir com um lugar que poderia ser excelente. Já que a comida é boa.
Tirando esse aborrecimento, a culinária chinesa é executada da forma correta. O cardápio apresenta boas opções e o preço é razoável. O local é parecido com o Kirin de São Bernardo, entretanto os pratos são mais saborosos.
Pedimos o famoso prato Família Feliz e ele estava maravilhoso. E olha que não sou fã do prato, mas esse eu amei e comi um monte. O Arroz-Risoto também é bom.
O Porco Agridoce não era tão bom, faltou abacaxi e o porco estava sem gosto.
De sobremesa, optamos pela Porção Mista de Abacaxi e Banana Caramelizada. O abacaxi apresentava-se azedo e a banana é gostosa.
Na média, a visita foi boa. Abstraindo os problemas no atendimento, o almoço valerá muito a pena pois a cozinha, no geral, é bem feita e surpreendente para a região.
Endereço: Rua Artur Queirós, 112, Bairro Casa Branca - Santo André/SP
Site: não possui
Média de preço: R$50/pessoa
Data da visita: 30/09/12
26 de setembro de 2012
BOS BBQ
Há cerca de 1 mês, surgiu uma ótima novidade no Itaim Bibi: o BOS BBQ. O diferencial do lugar é a preparação da carne. Utilizando o equipamento Pit que assa a carne sem contato direto com o fogo, ou seja, fica cozinhando por horas e horas apenas com a fumaça da lenha.
Mas não é só por isso que o "restaurante-bar" (melhor classificá-lo desta maneira) de estilo texano está fazendo sucesso e causando um verdadeiro burburinho na região. Ele também possui um ambiente claro, arejado e agradabilíssimo. Além disso, o atendimento é rápido e eficiente.
Outro ponto relevante são os molhos que ficam nas mesas para você se lambuzar à vontade. Os Barbecues são feitos na própria casa e realmente apetitosos. O meu preferido foi o Espresso. Preparado com café, o molho agrega sabor forte e torrado às preparações.
Mas não é só por isso que o "restaurante-bar" (melhor classificá-lo desta maneira) de estilo texano está fazendo sucesso e causando um verdadeiro burburinho na região. Ele também possui um ambiente claro, arejado e agradabilíssimo. Além disso, o atendimento é rápido e eficiente.
Outro ponto relevante são os molhos que ficam nas mesas para você se lambuzar à vontade. Os Barbecues são feitos na própria casa e realmente apetitosos. O meu preferido foi o Espresso. Preparado com café, o molho agrega sabor forte e torrado às preparações.
Para bebericar, existem drinks que dão água da boca. Como eles são caros, pedi somente um para experimentar. Tomei o Tipsy Bee Sour (Bourbon com limão siciliano, açucar demerara e twist de limão). Bateu como um "oásis no meio do deserto" diante do calor que fazia na ocasião.
Gostei muito do cardápio pois, apesar de apresentar diversas opções, ele é objetivo e consiso. Sem dúvida, a estrela é o porco. Presente na maioria das composições, a carne do porco é preparada de maneira quase artesanal e merece a devida atenção especial.
Sendo assim, pedimos a Costelinha de Porco e os Pastéis Recheados como entradas e não nos arrependemos. Poderia passar o dia inteiro comendo aquela costela que é, disparada, a melhor costela que já comi. Não era necessário fazer esforço algum para livrar a carne do osso. A maciez e o sabor acentuado explode na boca e permanece no paladar.
Seguindo a dica dos meus amigos do Tabeteimasu (que nos acompanhavam em mais esse encontro gastrônomico) que tomaram a Ginger Ale (refrigerante de gengibre) no Japão, degustei a versão do BOS BBQ e curti. Claro que a original deve ser melhor, mas essa me satisfez tranquilamente.
Um dos carros-chefes é o Pulled Pork Sandwich do Pit (corte exclusivo, preparado por 14 horas, desfiado e acompanhado de Cole Slaw). A carne desmanchava na boca e o pão grelhado na manteiga complementou a harmonia do lanche. O molho, a salada e as batatas estavam igualmente perfeitos.
Partindo para a sobremesa, estávamos curiosos em relação aos Milk-Shakes. As combinações são extremamente inusitadas e valeu a pena experimentar, pois são realmente deliciosos e diferentes. Eu escolhi o de Baileys com Nutella. O que era aquilo?!? A Nutella contornava o copo todo e junto com o Baileys ficou sensacional.
Os outros shakes degustados foram o de Bourbon e o Vanilla Brandy (com café). O feito com a bebida Bourbon (um uísque americano destilado a partir do milho) é forte no álcool, porém saboroso e me surpreendeu positivamente.
Como não sou fã de bebidas com café em sua composição (somente do bom e velho cafezinho puro), não simpatizei tanto com o shake de baunilha com café.
Tava tudo muito bom, tudo muito bem. Estávamos em uma mesa animada e ficamos lá conversando por horas. Aliás, taí outro ponto positivo: ninguém ficou no nosso pé para irmos embora logo. Só que como a perfeição não existe... a conta veio e a alegria passou por um momento. O valor para cada paladar foi de aproximadamente 100 reais. Enfim, valeu muito por conhecer e eu amei tudo. Voltaria feliz da vida, se não fosse pelo alto custo!
ps.: outro ponto positivo bem legal é que eles oferecem água gratuitamente.
Endereço: Rua Pedroso Alvarenga, 559, Itaim Bibi - São Paulo/SP
Média de preço: R$100/pessoa
Data da visita: 08/09/12
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